O QUE É?

Cirurgias podem ser necessárias em casos de descolamento de retina, quando parte ou totalidade dessa membrana se desprende da parede interna e posterior do olho. A perda de contato da retina com os vasos sanguíneos da coroide (camada vascular que fica atrás da retina) interrompe o fornecimento de nutrientes e de oxigênio, promovendo a degeneração celular, que pode ser definitiva se não corrigida com brevidade.

Quando a retina se descola, o mecanismo de geração das imagens não funciona corretamente e a pessoa passa a não enxergar.

PERGUNTAS FREQUENTES
Aqui você encontra as principais dúvidas
em relação à cirurgia. Conte Conosco!


QUEM PODE FAZER?

O tratamento ideal para cada paciente depende da avaliação do oftalmologista retinólogo. É importante ressaltar que alguns fatores podem elevar o risco de desenvolver descolamento de retina e, por tanto, diferentes tipos de procedimentos.

QUAIS OS FATORES DE RISCO?

Idade

O interior do globo ocular é preenchido por um material de consistência gelatinosa chamado humor vítreo. Ele está em contato íntimo com a retina (localizada na parte posterior do olho). Com o passar dos anos, esse material se torna mais líquido, ocorrendo um fenômeno chamado “descolamento do vítreo”, ocasionando as moscas volantes.

A separação do vítreo em relação a retina pode predispor a formação de rasgos da retina em alguns pontos. É importante salientar que todas as pessoas irão apresentar descolamento do vítreo com a idade, mas somente algumas poderão desenvolver descolamento de retina.

História de descolamento de retina prévio ou história familiar

Tanto um descolamento anterior (no mesmo olho ou no olho contralateral) quanto uma história familiar de descolamento da retina sinalizam para o médico que o paciente tem uma predisposição maior a desenvolver o problema.

No primeiro caso, há uma história pessoal e no segundo, existe uma influência genética, que pode ou não se manifestar.

Alta miopia

Atualmente, sabe-se que as pessoas míopes possuem globos oculares com dimensões maiores e retinas mais frágeis e finas. Dessa forma, há maior risco de descolamento de retina. Considera-se alta miopia, aqueles indivíduos com grau acima de 6. As lesões periféricas da retina também são mais comuns em indivíduos com miopia.

Cirurgia ocular prévia

Qualquer cirurgia ocular prévia, como cirurgia de catarata ou de glaucoma, é um fator de risco para desenvolver o descolamento de retina. Isso acontece, porque durante o procedimento, pode haver inflamações ou lesão das estruturas intraoculares, o que provoca tração na retina.

Trauma

Umas das causas de descolamento de retina é o trauma, sobretudo traumas contusos (como socos ou pancadas), pois promovem uma deformidade súbita no globo ocular, que pode causar o surgimento de rasgos na retina.

Diabetes

Diabetes é uma doença metabólica, caracterizada pelos altos níveis de glicose no sangue. Sabe-se que esse excesso de açúcar no organismo pode lesionar diversos órgãos, como os olhos e os rins.

A diabetes pode levar a formação de vasos anômalos na retina que serão puxados pelo vítreo, ocasionando um descolamento de retina chamado tracional, muito típico dos indivíduos com diabetes.

COMO FUNCIONA?

A cirurgia encontra e repara os rasgos e buracos na retina ou corta as aderências para aliviar a tração local. Abaixo estão os procedimentos mais comuns.

Criopexia

É o processo em que o cirurgião faz uma aplicação com uma sonda de congelamento na superfície externa do olho (esclera), atingindo assim o defeito da retina. A área em torno do orifício é congelada, formando uma cicatriz que protege a retina.

Retinopexia pneumática

Nesse procedimento é injetada uma bolha de gás ou ar no olho. O gás obstrui o buraco da retina e impede a passagem do líquido. Geralmente, é feita em conjunto com a criopexia ou com a fotocoagulação a laser.

Laser

Em alguns casos, pode ser feita a aplicação de laser chamada fotocoagulação. Um feixe de laser é direcionado para a ruptura da retina. O procedimento faz queimaduras em torno do rasgo, criando cicatrizes que ajudam a “soldar” a retina.

Retinopexia com introflexão escleral

Nesse tratamento o médico passa uma faixa (cinta) de silicone ao redor do olho do paciente para que a retina volte ao seu lugar. Muitas vezes, é necessário associar com outras técnicas como laser, criopexia ou cirurgia de vitrectomia.

Vitrectomia

A vitrectomia é uma cirurgia indicada para remover o gel vítreo e qualquer tecido que esteja causando o descolamento de retina. Atualmente é o método de escolha preferido pela maioria dos cirurgiões, pois permite resolver desde casos simples até aqueles mais complexos.

Ao final da cirurgia, o vítreo é substituído por gás, ar ou óleo de silicone para ajudar na reaplicação da retina. Pacientes que tiveram o uso de óleo de silicone podem ser submetidos a uma nova cirurgia no futuro para remoção dele. Quando se usa gás ou ar não há necessidade de nova cirurgia, pois são absorvidos espontaneamente.

Fonte: RetinaPro

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