Médico Carlos Gustavo Gonçalves destaca a importância da intervenção Com a plástica ocular, é possível corrigir problemas estéticos, como pálpebras caídas, bolsas sob os olhos e rugas. Porém, os procedimentos não são apenas estéticos. Afinal, é possível também melhorar a função ocular, como na correção da ptose palpebral (queda da pálpebra), que pode interferir no campo de visão. Plástica ocular também é uma subespecialidade dentro da oftalmologia que busca corrigir problemas no sistema lacrimal de drenagem e nas órbitas dos olhos. De acordo com o oftalmologista Carlos Gustavo Gonçalves, do Instituto de Olhos Fernando Ventura (IOFV), a cirurgia plástica ocular, além das alterações palpebrais, também atua em casos de obstruções das vias lacrimais e lesões orbitais diversas, como nos tumores da região. “Na maioria dos casos cosméticos, a cirurgia é minimamente invasiva e indicada para o rejuvenescimento da região periocular. Na blefaroplastia, por exemplo, a cirurgia visa a retirada de excesso de pele e gordura das pálpebras. Em alguns casos, a blefaroplastia também pode ser associada à correção da ptose palpebral e à elevação dos supercílios (sobrancelhas), disse Carlos. PÓS-OPERATÓRIO Segundo o oftalmologista e diretor do IOFV Carlos Gustavo, algumas dicas são importantes para o pós-operatório. O médico destaca a necessidade de fazer compressas geladas nos três primeiros dias para diminuir o inchaço, que minimizam o desconforto e o risco de sangramento. “Nunca deixe de seguir a medicação prescrita pelo médico oftalmologista. Lave sempre a mão antes de fazer qualquer contato com a área operada, todo o cuidado é pouco com a ferida cirúrgica. Repouso é importante, procure seguir as orientações do médico. Somente ele é capaz de avaliar se a pessoa pode fazer alguma atividade física e quanto tempo depois da cirurgia”, acrescentou Carlos. MAIS SOBRE O IOFV Atuante na medicina oftalmológica desde 1976, o Dr. Fernando Ventura é paraibano de nascimento, mas escolheu Pernambuco para trabalhar. O médico fundou o IOFV em 2015, na companhia de dois filhos, Alexandre e Catarina Ventura, e de um genro, Carlos Gustavo Gonçalves de Lima, todos também oftalmologistas. Além da sua matriz, localizada no bairro do Derby, que funciona com atendimentos 24 horas, a instituição possui outras quatro unidades. Elas estão localizadas nas cidades do Recife (Casa Forte e Boa Viagem), Olinda (Casa Caiada) e Jaboatão dos Guararapes (Piedade).
Dra Catarina Ventura tira dúvidas sobre uso de lentes de contato
Dra Catarina tira dúvida sobre uso correto de lentes de contato Confira matéria do link – https://g1.globo.com/pe/pernambuco/videos-bom-dia-pe/playlist/videos-bom-dia-pe-de-quarta-feira-11-de-setembro-de-2024.ghtml#video-12910861-id
Conheça a catarata de índice, doença rara que acomete míopes
Oftalmologista Alexandre Ventura explica detalhes do problema Existem algumas cataratas mais conhecidas, como senil, congênitas, traumáticas, entre outras. No entanto, há também uma rara, a de índice, que acomete pessoas com miopia. O oftalmologista Alexandre Ventura, diretor do Instituto de Olhos Fernando Ventura, realizou uma cirurgia para correção do problema nesta semana e explicou o motivo do surgimento desta doença. “A paciente em questão tem um pouco mais de 40 anos de idade e o grau começou a aumentar demais, fazendo com que ela tivesse dificuldade mesmo usando os óculos. Ela já havia sido operada de miopia a laser no ano passado, tinha uma boa visão e começou a ter um ‘embolamento’. Identificamos a presença da catarata de índice, comum em pacientes míopes. Nesse tipo da doença há uma mudança de grau muito abrupta e existe necessidade de tratamento”, explicou Alexandre Ventura. OUTROS TIPOS DE CATARATA Além da rara catarata de índice, Alexandre Ventura destaca as existências das congênitas, das traumáticas e da senil. De acordo com o oftalmologista, a senil é inevitável e todas as pessoas terão em algum momento. Já casos dos outros tipos, com o avanço da medicina preventiva, estão diminuindo com o passar dos anos. “A mais comum é a senil, quando acontece acima dos 60 anos. Todo mundo vai ter e, quem tiver, pode comemorar, pois conseguiu viver até essa idade (risos). É inevitável o problema. As outras são traumática, congênita, infantil e induzida por drogas”, disse Alexandre Ventura. Segundo o médico, o avanço da vacinação em massa evitou que as cataratas congênitas evoluíssem ainda mais. Alexandre Ventura explica que o problema na saúde ocular era passado da mãe para o feto, mas a prevenção bloqueou a transmissão. “Se a paciente tinha rubéola na gestação, fatalmente a criança ia nascer com a catarata congênita. Hoje, a gente não vê isso mais. O tratamento da catarata é cirúrgico e você deve consultar o seu oftalmologista para prevenir”, ressaltou o oftalmologista e diretor do IOFV. SINTOMAS DE CATARATA – Visão turva, embaçada ou nublada; – Dificuldade para enxergar com nitidez, ler, dirigir e andar; – Sensibilidade à luz, especialmente do sol e dificuldade de dirigir à noite, devido à intensidade dos faróis; – Visão dupla: enxergar duas imagens, caso feche um dos olhos; – Mudanças contínuas no grau dos óculos; – Pontos luminosos e reflexos ao redor das luzes; – Alteração da percepção das cores; – Melhora repentina para enxergar de perto, que desaparece e dá lugar à catarata avançada.
Neurocientista e oftalmologista dão dicas para férias escolares saudáveis
Neurocientista e oftalmologista dão dicas para férias escolares saudáveis Mês de julho é marcado pela pausa nas instituições de ensino Julho é sinônimo de férias escolares! Brincadeiras, diversão e muita alegria marcam essa época do ano para as crianças. Porém, os pais têm um desafio no período: tirar os pequenos da frente das telas. Além disso, o descanso mental é importante para a recuperação dos jovens. De acordo com a neurocientista e coordenadora do Ensino Fundamental I do Colégio Salesiano Recife, Regiane Melo, o período é importante para a reorganização completa da atividade cerebral. A profissional sugere que, nesses 30 dias, as crianças tenham contato com a natureza, praia, convívio social com crianças da mesma idade, novas culturas, praticar esportes, fazer leituras prazerosas e tempo com a família. “Sugiro que deixe o mínimo possível em telas. A criança que passa muito tempo em telas não estimula várias partes do cérebro, vai perdendo a vontade do contato social, não consegue tomar decisões assertivas, e se frustra com facilidade. Pode causar ainda déficit de atenção, atrasos cognitivos, diminuição da habilidade, distúrbios de aprendizado, aumento de impulsividade e não consegue por muitas vezes regular as próprias emoções. Por esses e outros motivos é importante estimular brincadeiras para que a criança possa canalizar suas energias e estimular a criatividade”, explicou a coordenadora do Salesiano. APRENDER BRINCANDO No descanso, as crianças tem a dopamina e a serotonina liberadas. Esses, são neurotransmissores que ajudam na concentração e motivação. Além disso, a criatividade é estimulada e cresce a produtividade na volta às aulas, segundo Regiane. Por fim, a neurocientista destaca que, quando ocorre a combinação da brincadeira com o aprendizado, é o “casamento perfeito”. “O ato da criança brincando faz com que o cérebro libere tanto a dopamina (hormônio do prazer) que ajuda na concentração, quanto a noradrenalina, que ajuda nas questões de memória e outros neurotransmissores importantes que também são ativados auxiliando assim a neuroplasticidade cerebral e facilitando a aprendizado. Uma brincadeira de balanço estimula a parte psicomotora, facilitando que a criança pegue melhor no lápis, estimulando a escrita e a organização”, acrescentou Regiane, que sugeriu jogos como dominó, memória, amarelinha, telefone sem fio, bola e quebra-cabeça. OLHOS Quanto aos olhos, Regiane destacou a importância de que se evitem as telas. Mas todos os pais sabem que nem sempre é possível. Sobre esse tema, a oftalmologista Kátia Dantas, do Instituto de Olhos Fernando Ventura, deu algumas dicas para que esse impacto seja diminuído. “A distância ideal do pequeno para a televisão é de, pelo menos, um metro e meio. Mas é preciso que não fique tão focado, que interaja com brinquedos no entorno dela ou com os pais. Tem de ser evitada a alimentação em frente às telas, pois as crianças não conseguem perceber o sabor da comida e ingerem uma quantidade de alimento acima do que precisam”, destacou Dantas, do IOFV. Com os pais mais próximos dos filhos nessa época, alguns sinais podem ser notados. “Apertar os olhos para visualizar objetos de distância maior, ficar atento às tarefas de pontilhado, se cobrem corretamente em cima da linha. Verificar na leitura se está pulando linha, se os olhos ficam vermelhos. E o celular, não deixar passar de uma hora com crianças a partir de 4 anos; não permitir além de 2h com as crianças de 6,7 anos; e não mais de 3h para a partir dos 11 anos. Isso, claro, sempre com pausas a cada meia hora”, disse a médica do IOFV. A oftalmologista recomenda que, nos casos de crianças acima dos dois anos, é necessário uma avaliação anual para detectar possíveis problemas que não são possíveis perceber no dia a dia.
Oftalmologista faz apelo para escolas: “Usem menos as telas”
Catarina Ventura, do IOFV, pede ajuda às instituições de ensino para redução de uso de telas nas salas de aula Com a evolução da tecnologia, cada vez mais crianças usam smartphones ou tablets para passar o tempo. Porém, o uso excessivo pode causar diversos problemas para os olhos. Por isso, a oftalmologista Catarina Ventura, do Instituto de Olhos Fernando Ventura (IOFV), faz um apelo para as escolas: que o tempo de tela seja diminuído na sala de aula. “As escolas podem usar artifícios sem telas e utilizam cada vez mais, é muito exercício que você tem que fazer no celular ou fazer no computador. Então, acho que a gente tem que voltar alguns passos, tentar trazer aquela escola de antigamente, de escrever, de fazer um trabalho, de ir a campo”, pontuou Catarina Ventura. “Não é só dentro de casa que a gente está vendo essa tecnologia aumentando. Não vejo mais um adolescente lendo um livro, é tudo via aplicativo. Daqui a pouco eu imagino que não vai existir mais o papel na redação ou vai ser tudo digital. As pessoas não aprendem mais a escrever, porque você escrevendo teclando, o próprio computador lhe corrigindo, pelo Whatsapp, de forma abreviada. Então, você às vezes não sabe nem mais as regras de português”, acrescentou Catarina Ventura. MIOPIA EM CRIANÇAS Por conta do excesso de telas, a oftalmologista Catarina Ventura registrou um aumento de pacientes infantis com miopia no Instituto de Olhos Fernando Ventura. A médica pontuou que, no passado, mal se via criança usando óculos. Porém, nos dias atuais, o objeto é cada vez mais comum nas salas de aula. O problema se dá pelo crescimento da miopia. “Esse aumento da miopia traz outros problemas, porque se a miopia continua crescendo, a gente vai ter partes nobres do olho sendo afetadas. Temos a retina atrás do olho. Então, quanto maior a miopia, mais danos a gente pode trazer para a retina, que é a parte nobre que não se regenera. É possível o surgimento de maculopatia, pode ter uma rotura de retina pelo crescimento do olho. Com o olho crescendo, a retina vai se esticando”, explicou Catarina. Catarina Ventura ainda faz um alerta para os pais, para que sejam mais criativos e estimulem brincadeiras ao ar livre com as crianças no dia a dia. Em parceria com as escolas, com o objetivo de reduzir ainda mais o tempo na frente das televisões.
Glaucoma atinge quase 1 milhão de pessoas por ano
Principal causa de cegueira irreversível no mundo, glaucoma atinge quase 1 milhão de pessoas por ano no Brasil Dia Nacional de Combate ao Glaucoma é celebrado em 26 de maio Uma doença silenciosa, mas de grande impacto, sendo a principal causa de cegueira irreversível no mundo. O glaucoma atinge 900 mil pessoas por ano no Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde. O problema ocorre pelo aumento da pressão interna do olho, embora alguns tipos possam ocorrer com pressão normal e pela alteração do fluxo de sangue no nervo óptico. O oftalmologista Alexandre Ventura, diretor do Instituto de Olhos Fernando Ventura (IOFV), explica que não há cura, mas há tratamento. “A doença pode ser controlada. É necessário que o paciente mantenha a continuidade do tratamento para reduzir a pressão intraocular e evitar a perda de visão. Quanto mais rápido, menor será a perda”, destacou Alexandre Ventura. PREVENÇÃO Segundo o médico, existem quatro tipos de glaucomas: de ângulo aberto ou crônico (mais comum), de ângulo fechado ou agudo (mais emergencial), congênito (atinge os bebês logo em seu nascimento) e secundário (causada por complicações médicas). Porém, todas elas podem ser prevenidas com “atitudes simples” de uma pessoa ao longo da vida. “Alimentação saudável, praticar exercícios, usar óculos de sol quando possível, reduzir nível de estresse, moderar no consumo de álcool, não abusar de medicamentos e, claro, consultar um oftalmologista, no mínimo, uma vez por ano para um check-up geral”, pontuou o médico. HEREDITARIEDADE Para 2040, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a projeção é que 111,8 milhões de pessoas tenham o diagnóstico de glaucoma no mundo. Esse aumento está diretamente ligado ao envelhecimento populacional global. Ainda segundo a OMS, cerca de 2,5 milhões de pessoas têm a doença no Brasil. Porém, algumas delas são mais propensas a desenvolverem o problema. “Pessoas que têm casos na família têm mais chances de desenvolvê-la. Nessa situação, a chance de desenvolver a doença é seis vezes maior que uma pessoa sem histórico familiar. Pessoas com diabetes, problemas cardíacos, hipertensão, negros e idosos também têm mais probabilidades”, concluiu Alexandre.
Abril marrom – Mês de combate à cegueira
A oftalmologista Isabella Torres, especialista em glaucoma e plástica ocular, deu entrevista à Rádio Jornal sobre o Abril Marrom – mês de combate à cegueira. Confira na íntegra a entrevista clicando no link – https://radiojornal.com.br/podcasts/consultorio-do-radio-livre/2024/04/15/prevencao-combate-e-conscientizacao-sobre-o-risco-da-cegueira.html
Oftalmologista faz apelo para escolas: “Usem menos as telas”
Com a evolução da tecnologia, cada vez mais crianças usam smartphones ou tablets para passar o tempo. Porém, o uso excessivo pode causar diversos problemas para os olhos. Por isso, a oftalmologista Catarina Ventura, do Instituto de Olhos Fernando Ventura (IOFV), faz um apelo para as escolas: que o tempo de tela seja diminuído na sala de aula. “As escolas podem usar artifícios sem telas e utilizam cada vez mais, é muito exercício que você tem que fazer no celular ou fazer no computador. Então, acho que a gente tem que voltar alguns passos, tentar trazer aquela escola de antigamente, de escrever, de fazer um trabalho, de ir a campo”, pontuou Catarina Ventura. “Não é só dentro de casa que a gente está vendo essa tecnologia aumentando. Não vejo mais um adolescente lendo um livro, é tudo via aplicativo. Daqui a pouco eu imagino que não vai existir mais o papel na redação ou vai ser tudo digital. As pessoas não aprendem mais a escrever, porque você escrevendo teclando, o próprio computador lhe corrigindo, pelo Whatsapp, de forma abreviada. Então, você às vezes não sabe nem mais as regras de português”, acrescentou Catarina Ventura. MIOPIA EM CRIANÇAS Por conta do excesso de telas, a oftalmologista Catarina Ventura registrou um aumento de pacientes infantis com miopia no Instituto de Olhos Fernando Ventura. A médica pontuou que, no passado, mal se via criança usando óculos. Porém, nos dias atuais, o objeto é cada vez mais comum nas salas de aula. O problema se dá pelo crescimento da miopia. “Esse aumento da miopia traz outros problemas, porque se a miopia continua crescendo, a gente vai ter partes nobres do olho sendo afetadas. Temos a retina atrás do olho. Então, quanto maior a miopia, mais danos a gente pode trazer para a retina, que é a parte nobre que não se regenera. É possível o surgimento de maculopatia, pode ter uma rotura de retina pelo crescimento do olho. Com o olho crescendo, a retina vai se esticando”, explicou Catarina. Catarina Ventura ainda faz um alerta para os pais, para que sejam mais criativos e estimulem brincadeiras ao ar livre com as crianças no dia a dia. Em parceria com as escolas, com o objetivo de reduzir ainda mais o tempo na frente das televisões.
Conheça a catarata de índice, doença rara que acomete míopes
Existem algumas cataratas mais conhecidas, como senil, congênitas, traumáticas, entre outras. No entanto, há também uma rara, a de índice, que acomete pessoas com miopia. O oftalmologista Alexandre Ventura, diretor do Instituto de Olhos Fernando Ventura, realizou uma cirurgia para correção do problema nesta semana e explicou o motivo do surgimento desta doença. “A paciente em questão tem um pouco mais de 40 anos de idade e o grau começou a aumentar demais, fazendo com que ela tivesse dificuldade mesmo usando os óculos. Ela já havia sido operada de miopia a laser no ano passado, tinha uma boa visão e começou a ter um ‘embolamento’. Identificamos a presença da catarata de índice, comum em pacientes míopes. Nesse tipo da doença há uma mudança de grau muito abrupta e existe necessidade de tratamento”, explicou Alexandre Ventura. OUTROS TIPOS DE CATARATA Além da rara catarata de índice, Alexandre Ventura destaca as existências das congênitas, das traumáticas e da senil. De acordo com o oftalmologista, a senil é inevitável e todas as pessoas terão em algum momento. Já casos dos outros tipos, com o avanço da medicina preventiva, estão diminuindo com o passar dos anos. “A mais comum é a senil, quando acontece acima dos 60 anos. Todo mundo vai ter e, quem tiver, pode comemorar, pois conseguiu viver até essa idade (risos). É inevitável o problema. As outras são traumática, congênita, infantil e induzida por drogas”, disse Alexandre Ventura. Segundo o médico, o avanço da vacinação em massa evitou que as cataratas congênitas evoluíssem ainda mais. Alexandre Ventura explica que o problema na saúde ocular era passado da mãe para o feto, mas a prevenção bloqueou a transmissão. “Se a paciente tinha rubéola na gestação, fatalmente a criança ia nascer com a catarata congênita. Hoje, a gente não vê isso mais. O tratamento da catarata é cirúrgico e você deve consultar o seu oftalmologista para prevenir”, ressaltou o oftalmologista e diretor do IOFV. SINTOMAS DE CATARATA – Visão turva, embaçada ou nublada; – Dificuldade para enxergar com nitidez, ler, dirigir e andar; – Sensibilidade à luz, especialmente do sol e dificuldade de dirigir à noite, devido à intensidade dos faróis; – Visão dupla: enxergar duas imagens, caso feche um dos olhos; – Mudanças contínuas no grau dos óculos; – Pontos luminosos e reflexos ao redor das luzes; – Alteração da percepção das cores; – Melhora repentina para enxergar de perto, que desaparece e dá lugar à catarata avançada.
IOFV passa a oferecer consulta domiciliar
O IOFV está lançando a consulta domiciliar. É nosso serviço e atendimento no coforto da sua casa. A proposta vai beneficiar pessoas que estão acamadas, idosos, pessoas com dificuldade de locomoção ou até mesmo bebês que acabaram de nascer e os pais não querem levar até a clínica para fazer o teste do olhinho. É o nosso atendimento olho no olho do IOFV no conforto da sua casa! Basta entrar em nosso conosco e marcar a sua consulta.